sábado, 24 de setembro de 2011
22 anos
22 anos e o mundo nos bolsos. 22 anos e o peso do mundo nuns meros sapatos agulha cruéis gastos de tempo e medos. Enquanto crianças basta um sorriso, um olhar ou um palrar sem sentido para fazer alguém sorrir. À medida que o tempo passa tornamo-nos marionetas de uma sociedade que nos dita o que sentir, dizer e pensar da mesma maneira que nos ensina a caminhar, a cair e a levantar. Com o passar do tempo perdemos a noção da ténue linha que separa aquilo que realmente somos e aquilo em que eventualmente nos tornamos.
Porque ninguém é o que acredita ser, nem tão pouco a imagem perfeita que o espelho reflecte. Porque não somos mais do que pequenos projectos de esferas com tantas arestas para limar onde cada um luta pelos seus 5 segundos de lugar ao sol.
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